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Atualizado: 02/12/2013 | Por Daniel Junqueira-- Gizmodo

Moto G: a vitória do Android bom e barato

O aparelho mostrou bom desempenho durante os testes e pode fazer frente aos smartphones de alto custo


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Nós falamos bastante sobre os principais smartphones do mercado – os mais potentes, os premium, aqueles que fazem a tecnologia avançar. iPhone 5S, Samsung Galaxy S4, HTC One, Nexus 5, Sony Xperia Z1, entre outros. Mas, no Brasil, o preço desses aparelhos está cada vez mais alto. Por outro lado, a base da pirâmide (e a sua parte intermediária) segue um caminho diferente. 

Talvez motivadas pela isenção fiscal concedida a smartphones no começo do ano, ou então como medida para atrair mais gente para o mundo dos smartphones, fabricantes estão lançando aparelhos a preços mais acessíveis no Brasil. Mas, antes diferença de desempenho entre o mais potente e o mais barato era enorme – isso impedia, por exemplo, que recomendássemos aparelhos que custassem menos de R$700 com Android: aparelhos com 512MB de RAM, que em poucos meses sofriam com travadas e lentidões, e deixavam os usuários na mão. Hoje, isso mudou: é possível sim viver – e muito bem – com uma opção de Android mais barato.

Há algumas semanas a Motorola – que lançou neste ano aparelhos ótimos como o Moto X e os acessíveis Razr D1 e D3 – deu um passo significativo para oferecer aparelhos bons a preço baixo. Ele é o Moto G, que custa a partir de R$ 650 e promete desempenho que não faz feio em comparação com opções mais robustas. Mas, na prática, isso é verdade? Você descobre a seguir, mas adiantamos um bom spoiler: felizmente, sim.

Design

Reprodução / Gizmodo BR

Não há muita diferença no design do Moto G para o Moto X. Eles são irmãos quase idênticos; as diferenças mínimas envolvem a tela menor no Moto G (4,5 polegadas contra 4,7), o que gerou uma moldura um pouco maior. Não há mais tanto aquela impressão da parte frontal ser apenas uma tela, como no X, mas não que a moldura seja enorme. São diferenças sutis.

A câmera frontal está na parte superior esquerda ao lado do LED de notificações. No lado direito encontramos os botões de controle (ligar/desbloquear a tela e aumentar/diminuir volume). Acima está a entrada de fone de ouvido e abaixo a porta micro USB e o microfone. Na traseira, a câmera aparece alinhada no centro da parte superior, logo acima do flash e do logo da Motorola, e à direita do alto-falante.

O display TFT de 4,5 polegadas tem resolução 1280×720 e 329 pixels por polegada. Ela é bem impressionante, principalmente ao se considerar a faixa de preço do aparelho. A tela é bem nítida mesmo sob a luz do sol, e o ângulo de visão é excelente.

Sua traseira é removível, mas não a bateria. A Motorola venderá diversas capinhas diferentes para o Moto G. Inicialmente achei quase impossível remover a tampa, mas logo peguei o jeito. Ela está muito bem presa ao aparelho, e isso dificulta bastante a remoção. Uma possibilidade é tentar soltá-la a partir da entrada Micro USB na parte inferior do aparelho – é provavelmente o modo mais fácil, mas ainda assim você usará dois ou mais dedos e é bom ter unhas para isso. Ou então você pode tentar soltar a tampa a partir de uma das laterais superiores – novamente, vai exigir alguns dedos e bastante esforço.

Vejo isso como um problema grave no corpo do aparelho. A Motorola promove a troca de capinhas, mas ela poderia ser muito mais simples. Vamos pegar o Samsung Galaxy S3 como exemplo. A tampa dele é removível, e é bem fácil soltá-la. Tanto na parte inferior quanto na superior você encontra um pequeno buraco para começar o trabalho: posicione a unha nesse buraco e a tampa vai começar a se soltar. Depois, use uma das suas mãos e remova o resto da tampa. É simples, é rápido, e nem é um aparelho que ganha destaque por ter capinhas coloridas para você trocar (vale aqui lembrar que o modelo de 16GB será vendido com quatro tampas removíveis).

Ao enfim conseguir retirar a tampa você encontra a entrada de micro SIM – ou micro SIMs, no caso da versão dual chip. Na caixa do aparelho você encontra ainda o carregador USB (sim, vem um carregador completo, e não apenas o cabo).

Diferenças de lado, temos basicamente o mesmo Moto X levemente menor. A traseira ainda é arredondada e se encaixa perfeitamente na mão, o aparelho ainda é surpreendentemente compacto considerando o tamanho da tela, e a traseira de plástico dá a sensação de durabilidade. Ele tem um aspecto menos premium do que o Moto X, mas em momento algum parece um aparelho de baixa qualidade.

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